quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Novos Artigos Vem Aí!!!

Caros leitores do Blog Servo de Cristo, peço desculpas pelos dias ausentes, devido a motivos pessoais o blog teve que dar esta pausa, mas a partir desta Segunda-Feira dia 06 de Setembro teremos novos artigos e em breve alguns projetos bem interessantes para você seguidor e leitor do blog, enquanto isso leia os artigos disponiveis e deixe sua opinião nos comentários, estarei devolta tambem no twitter e facebook.


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terça-feira, 3 de agosto de 2010

A questão do cabelo e do véu

Alguns religiosos dizem que a mulher que corta os seus cabelos vai para o inferno. Outros ainda crescentam que é importante e necessário o uso do véu no culto. Alguns chegam a arvorar que o cabelo quando cortado, devido a sua importância e santidade, é misteriosamente guardado em uma caixa de ouro celestial! Isso é absurdo! O texto mal interpretado é I Co 11.1-16.
Era costume nas cidades gregas e orientais as mulheres cobrirem a cabeça, em público, salvo as mulheres devassas (prostitutas). Corinto estava cheia de prostitutas, que funcionavam nos templos (de Afrodite). Algumas mulheres cristãs, prevalecendo-se da liberdade recém achada em Cristo, afoitavam-se em por de lado o véu nas reuniões da igreja, o que horrorizava as outras mais modestas. A verdade é que o uso do véu era algo peculiar da igreja dos Coríntios, era um problema local. Não podemos transformá-lo em doutrina universal para a igreja! Mesmo porque, o apóstolo dos gentios nunca ensinou sobre o uso do cabelo e do véu para outras igrejas. Em nenhuma outra epístola iremos encontrar tal ensinamento. Contudo se as mulheres de hoje fossem praticar o uso do véu, teriam que usá-lo fora da igreja também como fazia as mulheres da época, e não somente durante o culto! Tudo isso mostra a incoerência de alguns em sustentar uma doutrina extra-bíblica. É oportuno chamar a atenção para dois textos do V.T sobre esse tema: “Então, se rapará” - Lv 13.33, “Então, a trarás para a tua casa, e ela (a mulher) rapará a cabeça”. Dt 21.12. Nestes dois textos vemos a Lei de Deus determinar que o cabelo da mulher fosse rapado. No primeiro caso temos a purificação da mulher leprosa, que quando curada da lepra tinha que rapar totalmente a sua cabeça. Depois, o caso da mulher que era presa nas guerras e trazida para o meio do povo de Deus, esta para ser recebida entre o povo, deveria rapar a cabeça. Deus poderia curar a mulher leprosa sem ser necessário determinar que sua cabeça fosse rapada. A mulher capturada na guerra poderia ser recebida entre o povo judeu sem precisar ter o seu cabelo cortado. Conjecturamos, diante dos textos bíblicos, que “se o cabelo fosse tão importante, como muitas vezes é pregado, será que nesses dois textos Deus ordenaria o seu corte a ponto de que essas mulheres ficassem totalmente rapadas?” Comparando o texto da carta de Paulo com o livro de Gênesis chega-se a conclusão que o cabelo e o véu são uma questão de cultura e costumes de tempos bíblicos. Não podemos entender isso se não levarmos em conta os costumes da época e seus valores culturais. Endossamos plenamente o que Paulo disse: “Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem tampouco as igrejas de Deus” (I Co 11.16).

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sábado, 31 de julho de 2010

Jesus errou sobre os sinais de sua vinda?

MATEUS 24:34: "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram". Jesus falou de sinais e maravilhas no que diz respeito à sua segunda vinda. Mas ele disse que "esta geração" não passaria, sem que tudo isso acontecesse. Isso quis dizer que esses eventos aconteceriam durante a vida dos que o ouviam? Esses eventos (a Grande Tribulação, o sinal da volta de Cristo e o fim dos tempos) não ocorreram nos dias de seus ouvintes.
Portanto, é racional entendermos que o seu cumprimento se dará ainda no futu ro. Essa questão requer um exame mais cuidadoso do significado de "geração", quanto a sentidos diferentes relativamente aos contemporâneos de Jesus. Primeiro, "geração" em grego (genea) pode significar "raça". Nessa situação específica, a afirmação de Jesus poderia significar que a raça judia não passaria até que todas as coisas se cumprissem. Por haver muitas promessas a Israel, inclusive a da herança eterna da terra da Palestina (Gn 12; 14-15; 17) e do reino Davídico (2 Sm 7), Jesus poderia estar se referindo à preservação da nação de Israel por Deus, de forma a cumprir com as promessas feitas a Israel. Segundo, "geração" poderia referir-se também a uma geração em seu sentido usual, de pessoas vivendo no tempo indicado. Nesse caso, a palavra se referiria às pessoas que estarão vivas quando essas coisas acontecerem no futuro.
Em outras palavras, a geração que estiver viva quando essas coisas começarem a acontecer permanecerá viva até quando esses juízos se completarem. Portanto, já que comumente se crê que, no fim dos tempos, a tribulação terá a duração de sete anos (Dn 9:27; cf. Ap 11:2), Jesus estaria dizendo que "esta geração" que estiver vivendo a tribulação ainda estará viva no seu final.

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Os filhos de Deus vão passar pelo juízo final?

Não, filhos de Deus não passarão pelo juízo final, pois já foram reconciliados com Deus pelo sangue do Cordeiro. Filhos de Deus julgaram a si mesmos quando reconheceram e confessaram: ‘Eu sou um pecador e não tenho a glória que deveria ter diante de Deus, e por isso aceito a obra de salvação em Jesus Cristo.’ Seremos, isto sim, colocados em julgamento, mas não no juízo final. E é desse julgamento diferenciado que falam 1 Coríntios 3.12 e os versículos seguintes.
Naquela ocasião será avaliado aquilo que construímos, se foi com ouro, prata ou pedras preciosas, ou se edificamos com madeira, feno ou palha – e a recompensa será de acordo! A duvida de muitos é porque em Apocalipse 20 é mencionado o Livro da Vida. A pergunta seria por que o Livro da Vida ainda será aberto se naquela ocasião os crentes não serão julgados? Essa é uma boa e justa pergunta. A resposta, segundo nosso entender, só pode ser uma: porque Deus é justo! E cada um que tiver de comparecer ali diante do grande trono branco terá de reconhecer e confessar: "Não tenho mediador, não tenho quem me defenda diante de Deus porque não aceitei a obra de salvação de Jesus Cristo. Por isso o juízo e a minha condenação são justos."

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

A maior virtude e o pior do vícios

Esopo era um escravo de rara inteligência que servia à casa de um conhecido chefe militar da antiga Grécia. Certo dia, em que seu patrão conversava com outro companheiro sobre os males e as virtudes do mundo, Esopo foi chamado a dar sua opinião sobre o assunto, ao que respondeu seguramente: - Tenho a mais absoluta certeza de que a maior virtude da Terra está à venda no mercado.
- Como? Perguntou o amo surpreso. Tens certeza do que está falando? Como podes afirmar tal coisa? - Não só afirmo, como, se meu amo permitir, irei até lá e trarei a maior virtude da Terra. Com a devida autorização do amo, saiu Esopo e, dali a alguns minutos voltou carregando um pequeno embrulho. Ao abrir o pacote, o velho chefe encontrou vários pedaços de língua, e, enfurecido, deu ao escravo uma chance para explicar-se. - Meu amo, não vos enganei, retrucou Esopo. A língua é, realmente, a maior das virtudes. Com ela podemos consolar, ensinar, esclarecer, aliviar e conduzir. Pela língua os ensinos dos filósofos são divulgados, os conceitos religiosos são espalhados, as obras dos poetas se tornam conhecidas de todos.
- Acaso podeis negar essas verdades, meu amo? - Boa, meu caro, retrucou o amigo do amo. Já que és desembaraçado, que tal trazer-me agora o pior vício do mundo. - É perfeitamente possível, senhor, e com nova autorização de meu amo, irei novamente ao mercado e de lá trarei o pior vício de toda terra. Concedida a permissão, Esopo saiu novamente e dali a minutos voltava com outro pacote semelhante ao primeiro. Ao abri-lo, os amigos encontraram novamente pedaços de língua. Desapontados, interrogaram o escravo e obtiveram dele surpreendente resposta: - Por que vos admirais de minha escolha? Do mesmo modo que a língua, bem utilizada, se converte numa sublime virtude, quando relegada a planos inferiores se transforma no pior dos vícios. Através dela tecem-se as intrigas e as violências verbais. Através dela, as verdades mais santas, por ela mesma ensinadas, podem ser corrompidas e apresentadas como anedotas vulgares e sem sentido. Através da língua, estabelecem-se as discussões infrutíferas, os desentendimentos prolongados e as confusões populares que levam ao desequilíbrio social. Acaso podeis refutar o que digo? Indagou Esopo.

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domingo, 11 de julho de 2010

Como é que na relativamente pequena arca de Noé couberam centenas de milhares de espécies?

Réplica da Arca de NoéA Bíblia diz que a arca de Noé tinha apenas 137 metros de comprimento, por 23 de largura e 14 de altura. Os cientistas nos informam de que há de meio bilhão a um bilhão ou mais de espécies de animais. Temos que ter em mente que o conceito moderno de espécie não é o mesmo da Bíblia. No sentido bíblico, provavelmente sejam apenas algumas centenas de espécies diferentes de animais terrestres que teriam de ser levados para a arca.

Os animais marinhos permaneceram no mar e muitas outras espécies poderiam sobreviver na forma de ovos. Outra é que a arca não era assim tão pequena; ela tinha uma enorme estrutura — a dimensão de um moderno transatlântico. Além disso, ela tinha três andares, o que triplicava seu espaço a um total de 425.000 metros cúbicos! Um outro fator, é que Noé poderia ter levado filhotes ou variedades menores de alguns dos animais de maior porte. Levando em conta todos esses fatores, havia espaço suficiente para todos os animais, para alimento para a viagem e para os oito seres humanos a bordo. Além disso, como chovia do lado de fora da arca, a escuridão dentro e o frio na arca faziam muitos animais hibernarem, comendo pouco e dormindo mais.

 

Informativo Era da Colheita

Assembleia de Deus-Templo Central

Itapipoca/CE

Editor:Daniel Carvalho

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Havia perdão de pecados antes da morte de Jesus?

O NT afirma que Jesus é o único caminho à salvação. Antes de Jesus, houve pecado e condenação. Todos pecaram (Rm 3:23) e mereceram a morte espiritual. Paulo diz que a lei do AT mostrou o problema e que a fé em Jesus Cristo é a solução. A Bíblia comenta sobre a necessidade do sangue de Jesus para fazer propiciação pelos nossos pecados. Como, então, pode se falar de perdão antes da morte de Jesus?

Quando Moisés revelou as instruções sobre holocaustos e outros sacrifícios, ele disse que os pecados do povo seriam perdoados por meio dessas ofertas de sacrifícios. Se já existiam meios para perdoar pecados, por que Jesus se sacrificou na cruz? A Bíblia esclarece esta questão. Os sacrifícios anteriores não foram suficientes para perdoar pecados: “Nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (10:3-4). Os pecados cometidos sob o VT foram perdoados pela morte de Jesus: “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados” (9:15). Os sacrifícios do Antigo Testamento e o batismo de João foram como cheques pré-datados assinados com a confiança que o sangue de Jesus seria “depositado na conta” na data certa.

 

Informativo Era da Colheita

Assembleia de Deus-Templo Central

Itapipoca/CE

Editor:Daniel Carvalho

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terça-feira, 6 de julho de 2010

O que diz a Bíblia sobre escravidão?

Na Bíblia a palavra escravidão denota, por vezes, um homem que voluntariamente se dedica ao serviço de outra pessoa. Assim, Josué foi o servo de Moisés; Eliseu de Elias e Pedro, André, Filipe e Paulo eram servos de Jesus Cristo. Em seu sentido primário, a palavra significa na Bíblia, geralmente, ou um funcionário contratado, ou um servo que era propriedade de seu mestre por um tempo limitado e sob várias restrições.

As famílias de alguns dos primeiros patriarcas continha muitos servos,que aparentemente foram tratados com bondade e justiça, os assuntos mais importantes, às vezes, eram confiados a eles, e eles podiam herdar bens de seu mestre, Gn 14:11-16. Eles compartilhavam os privilégios religiosos da família, Gn 17:9-13,27, e não eram transferidos para outros mestres. Ele poderia estar vinculado a este serviço de diversas formas, principalmente através da pobreza, Ex 21:7; para absolver-se de uma dívida que não poderiam pagar, 2 Rs 4:1; para fazer a restituição de um roubo, Ex 22:3; ou para ganhar o preço de seu resgate do cativeiro entre os gentios. Esta forma de serviço não poderia continuar mais de seis ou sete anos; a menos que, quando o ano sabático chegava, o servo optava por permanecer definitivamente ou até que o Jubileu com seu mestre, em sinal do qual ele tinha a orelha furada diante de testemunhas, Ex 21:2,6. Os escravos dos hebreus não eram para servir com rigor, nem transferidos para um mais cativeiro mais pesado, ele tinha um recurso para os tribunais, o direito de todos os privilégios religiosos, o poder de exigir a libertação de uma prestação equivalente pecuniária, e uma doação de seu mestre em sua libertação, Lc 25:47-55. Estes eram protegidos por lei e podiam tornar-se prosélitos, frequentar as festas, aproveitar a instrução religiosa e os privilégios, Ex 12:44. O empregado que foi mutilado por seu mestre devia ser posto em liberdade, Ex 21:26,27. A alusão da Bíblia a servidão involuntária implica que é uma condição má e indesejável de vida, mas o servo que não podia obter a sua liberdade era divinamente exortado ao contentamento, 1 Coríntios 7:20- 24. Entretanto, a Bíblia dá indicações quanto aos deveres recíprocos de senhores e servos, Ef 6:5-9 Colossenses 3:22 4:1 Tit 2:9 Filemom 1:1-25 1Pe 2:18; e proclama as grandes verdades da origem comum de todos os homens, a imoralidade de cada alma humana e o seu direito à Bíblia e os meios necessários para conhecer e servir o Senhor, a aplicação de todas as relações de senhor e servo, superiores e inferiores, e empregados e empregadores, impediria toda a opressão, que Deus abomina, Sl 103:6 De 24:14 Isa 10:1-3 Am 4:1 Mal 3:5 Tg 5:4.


Fonte: American Tract Society
Bible Dictionary

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